19 de fevereiro de 2006

Domingo

Esse dia tão temido que fica em lugar nenhum do meu calendário emocional; fica entre o carnaval e a quarta-feira de cinzas, entre o passado irremediável e o porvir imprevisível. Tão leve, tão inútil e, por isso, tão insuportavelmente pesado.
Desejo que nada importante aconteça nesse dia; ninguém deve morrer ou nascer e os telefonemas, caso aconteçam, devem ser fúteis e breves nesse dia, que, na verdade, não existe.
- Aluisio Aderaldo Mar -


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