29 de julho de 2006

É possível comer um elefante!...
um pedacinho por dia!!


27 de julho de 2006

Festa à Fantasia 1


25 de julho de 2006

O mundo sem mulheres...

"O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê? O sujeito quer ficar famoso pra quê? O indivíduo malha, faz exercícios pra quê?
A verdade é que é a mulher o objetivo do homem. Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função de você. Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira. Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo. Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.
Já dizia a velha frase que "atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher".
O dito está envelhecido. Hoje eu diria que "na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher".
É você, mulher, quem impulsiona o mundo. É você quem tem o poder, e não o homem. É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto,o local das férias. Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente Todos os homens.
E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher.
Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens. Já pensou? Um casamento sem noiva? Um mundo sem sogras?
Enfim, um mundo sem metas."

- Arnaldo Jabor


23 de julho de 2006

Coisas de photoshop!...


20 de julho de 2006

Miau!... Miauu!!.. Miaauuu!!!..


16 de julho de 2006

Arrependimentos

Esse é o tipo de coisa que todos guardamos e quase nunca nos traz nenhum benefício.
Tá certo que é bom analizarmos nossos erros passados e os usarmos como base para as nossas experiências futuras, mas ficar se martirizando o tempo todo é uma tortura sem sentido. Esqueça o se: "se eu tivesse agido desta forma...", "se eu tivesse dito aquilo...". O se não existe. O que está feito está feito. Só se lembre de ter mais calma e ser mais racional no futuro.


14 de julho de 2006

Encontros e Desencontros

Encontros e desencontros... acontecem todos os dias, na vida de todos nós, não é mesmo?
Pois eu recebi um email ontem que me fez pensar a respeito...

Esses encontros e desencontros são tão estranhos... até parecem mãos divinas nos orientando, agindo em nossa vida!
Mas nem sempre temos condições de compreender tais acontecimentos. Nem sempre vemos com clareza o porque deles acontecerem. E num primeiro momento reclamamos ou achamos ruim quando algo que programamos ou desejamos não acontece como gostaríamos, e aí acontece outra coisa diferente... e muitas vezes, só mais tarde percebemos que se aquele primeiro desejo tivesse sido atendido, o segundo teria sido um desastre... como pode?
Quem dera se compreendêssemos que tudo acontece por algo de bom que nos espera!...


10 de julho de 2006

Qual a sua experiência?

Sabe esses emails que a gente recebe não sabe de quem, nem como veio parar na nossa cx postal? Eu recebi esse aqui esses dias, e apesar de não saber se é verdade, achei legal a idéia!

Diz que é a redação vencedora de um candidato que concorria a uma vaga de emprego... E o tema da redação era...

"Qual a sua Experiência?"
"Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violinista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo. Já confundi sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: "Qual sua experiência?".
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência...
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?"


9 de julho de 2006

Incentivando o uso da camisinha!

Agora vc sabe porque usar!! hihihih


5 de julho de 2006

Agradecimentos

- If you wait until everything's perfect
you'll wait forever -
Gente, quero agradecer todos os recadinhos que tenho recebido e todas as visitas também!
E aproveito pra me desculpar se não tenho deixado recadinhos pra vcs, mas com a mudança e com o trabalho não tenho muita chance de chegar perto da internet tanto quanto eu gostaria... :-(
Fico muito feliz de ver que de certa forma estamos aumentando nosso círculo de amizade, ainda que virtual!!!


4 de julho de 2006

35 anos para ser feliz!

Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado.
A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem: "Não existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava quando habitava a caverna dos 17 anos, para onde não voltaria nem puxada pelos cabelos. Era angústia, solidão, impasses e incertezas pra tudo quanto era lado, minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de tênis, um feriadão em Garopaba. Os tais momentos felizes.
Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer não às drogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse. Felicidade, onde está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.
Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem: depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o cara.
Depois que cumprimos as missões impostas no berço — ter uma profissão, casar e procriar — passamos a ser livres, a escrever nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos. Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite uma certa loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele congresso curioso, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta.
- Martha Medeiros, Outubro de 1998


3 de julho de 2006

triste fim...

Da copa, a única frase que me vem à cabeça é a seguinte:
Se a França comprou a copa passada (como diz a lenda!), nessa ela calou a boca do povo!

E diga-se de passagem – jogou muuuuito!!


2 de julho de 2006

Silêncio

Eu tenho recebido zilhões de emails e correntes contra o Marcola, o Garotinho, o Parrera e a copa, o Lula... e vcs podem estar se perguntando porque é que eu não fiz nenhum comentário sequer, porque eu não postei nada a respeito dessas baixarias todas até agora... bom, primeiro porque não tenho uma visão politica-econômica muito boa; segundo, não sou muito boa de críticas, e em meu vocabulário faltam palavras pra descrever a revolta, o desapontamento, a tristeza que sinto.
No entanto, tudo tem 2 lados...
Se de um lado está o governo e seus co-adjuvantes, do outro estamos nós, que também temos direitos e deveres... se está tudo tão ruim, a culpa é dos dois lados, a meu ver. Nós não agimos porque eles não agem, eles não agem porque nós não agimos... já se fechou um círculo, uma engrenagem perfeita do caos!
E aí fica fácil sair culpando o primeiro que se vê na frente.
E é por isso que não tenho dito nada a respeito...