29 de julho de 2009

Que Será?...

O que você acha que faz uma pessoa, no meio de um monte de outras, ser especial pra vc? E a recíproca ser verdadeira?
Será que tem a ver com almas gêmeas e momentos mágicos? Será que tem a ver com afinidades físicas? Será que tem a ver com astrologia, que os signos se atraem proporcionando sintonia?
Será que tem a ver com matemática, que a cada 100 que passar, a 101a. será aquela que chamará a atenção? ou com a teoria da probabilidade?
Que será? Que será que alimenta essa atração de dois completos desconhecidos? que elementos reagem nessa mistura? que combinação será essa que faz a gente perceber, mesmo no meio de outras tantas, uma única pessoa? e ser percebida por ela também?


28 de julho de 2009

19 Visitantes?!


Wow!!!
Enquanto estava aqui dando uma lida nos posts antigos, rolando as páginas, tive a chance de reparar o número de visitantes online no blog - 19!!
Não pensei 2 vezes - printei a tela, só pra registrar este momento!!
Pra alguns, isso vai parecer piada, e até bobagem, mas
pra mim, parece motivo pra comemorar!! rsrs
Eu nunca imaginei tanta gente passando por aqui, pelo menos, não tanta gente diferente ao mesmo tempo!! Nem acredito!!

Nem preciso dizer que estou super feliz, né!!

- Obrigada a todos que passam por aqui!!
=))


26 de julho de 2009

Convivência

Como é possível conhecer alguém com quem não se conversa?
Fico pensando... tem gente que tem uma mania incrível de montar uma história inteira, com as falas, personagens, fatos e até desfechos, sem nem mesmo sequer ter passado pela determinada situação...
Não perguntam nada, nem mesmo pra dar a chance do outro responder, nem pra interagir, que seja, e como a história tá toda pronta na cabeça deles, ela vira verdade, e isso basta. Basta pra tomar atitude, pra julgar como quiser, e cobrar o que acha que tem direito...
Como isso é possível?!
Todo mundo reclama que eu pergunto demais. Até minha sobrinha, que tem 8 anos, esses dias veio resmungar comigo, dizendo que eu pergunto demais... Eu concordo, pergunto mesmo, pergunto tudo - embora agora, depois de anos de experiência, eu só pergunte aquilo que realmente quero saber -, e ainda me pergunto como é que se convive sem perguntar nada...
Posso explodir de raiva com as respostas que recebo, posso ficar chateada, triste, e até me sentir injustiçada, mas prefiro assim, pelo menos tenho a chance de saber o que aconteceu e dou a chance do outro contar...
Se isso começa uma briga? Dá confusão? Acho que sim. Bom, pelo menos na maioria da vezes. Mas eu prefiro viver em paz verdadeira
, transparente, nem que pra isso, eu tenha que começar uma guerra.


24 de julho de 2009

O Coração Delator

Eu sou fã de Edgar Allan Poe, e acho que esse texto explica bem o porquê...

O Coração Delator
- Edgar Allan Poe -
É verdade! Nervoso, muito, muito nervoso mesmo eu estive e estou; mas por que você vai dizer que estou louco? A doença exacerbou meus sentidos, não os destruiu, não os embotou. Mais que os outros estava aguçado o sentido da audição. Ouvi todas as coisas no céu e na terra. Ouvi muitas coisas no inferno. Como então posso estar louco? Preste atenção! E observe com que sanidade, com que calma, posso lhe contar toda a história.

É impossível saber como a idéia penetrou pela primeira vez no meu cérebro, mas, uma vez concebida, ela me atormentou dia e noite. Objetivo não havia. Paixão não havia. Eu gostava do velho. Ele nunca me fez mal. Ele nunca me insultou. Seu ouro eu não desejava. Acho que era seu olho! É, era isso! Um de seus olhos parecia o de um abutre - um olho azul claro coberto por um véu. Sempre que caía sobre mim o meu sangue gelava, e então pouco a pouco, bem devagar, tomei a decisão de tirar a vida do velho, e com isso me livrar do olho, para sempre.

Agora esse é o ponto. O senhor acha que sou louco. Homens loucos de nada sabem. Mas deveria ter-me visto. Deveria ter visto com que sensatez eu agi — com que precaução —, com que prudência, com que dissimulação, pus mãos à obra! Nunca fui tão gentil com o velho como durante toda a semana antes de matá-lo. E todas as noites, por volta de meia-noite, eu girava o trinco da sua porta e a abria, ah, com tanta delicadeza! E então, quando tinha conseguido uma abertura suficiente para minha cabeça, punha lá dentro uma lanterna furta-fogo bem fechada, fechada para que nenhuma luz brilhasse, e então eu passava a cabeça. Ah! o senhor teria rido se visse com que habilidade eu a passava. Eu a movia devagar, muito, muito devagar, para não perturbar o sono do velho. Levava uma hora para passar a cabeça toda pela abertura, o mais à frente possível, para que pudesse vê-lo deitado em sua cama. Aha! Teria um louco sido assim tão esperto? E então, quando minha cabeça estava bem dentro do quarto, eu abria a lanterna com cuidado — ah!, com tanto cuidado! —, com cuidado (porque a dobradiça rangia), eu a abria só o suficiente para que um raiozinho fino de luz caísse sobre o olho do abutre. E fiz isso por sete longas noites, todas as noites à meia-noite em ponto, mas eu sempre encontrava o olho fechado, e então era impossível fazer o trabalho, porque não era o velho que me exasperava, e sim seu Olho Maligno. E todas as manhãs, quando o dia raiava, eu entrava corajosamente no quarto e falava Com ele cheio de coragem, chamando-o pelo nome em tom cordial e perguntando como tinha passado a noite. Então, o senhor vê que ele teria que ter sido, na verdade, um velho muito astuto, para suspeitar que todas as noites, à meia-noite em ponto, eu o observava enquanto dormia.

Na oitava noite, eu tomei um cuidado ainda maior ao abrir a porta. O ponteiro de minutos de um relógio se move mais depressa do que então a minha mão. Nunca antes daquela noite eu sentira a extensão de meus próprios poderes, de minha sagacidade. Eu mal conseguia conter meu sentimento de triunfo. Pensar que lá estava eu, abrindo pouco a pouco a porta, e ele sequer suspeitava de meus atos ou pensamentos secretos. Cheguei a rir com essa idéia, e ele talvez tenha ouvido, porque de repente se mexeu na cama como num sobressalto. Agora o senhor pode pensar que eu recuei — mas não. Seu quarto estava preto como breu com aquela escuridão espessa (porque as venezianas estavam bem fechadas, de medo de ladrões) e então eu soube que ele não poderia ver a porta sendo aberta e continuei a empurrá-la mais, e mais.

Minha cabeça estava dentro e eu quase abrindo a lanterna quando meu polegar deslizou sobre a lingüeta de metal e o velho deu um pulo na cama, gritando:
— Quem está aí?

Fiquei imóvel e em silêncio. Por uma hora inteira não movi um músculo, e durante esse tempo não o ouvi se deitar. Ele continuava sentado na cama, ouvindo bem como eu havia feito noite após noite prestando atenção aos relógios fúnebres na parede.

Nesse instante, ouvi um leve gemido, e eu soube que era o gemido do terror mortal. Não era um gemido de dor ou de tristeza — ah, não! era o som fraco e abafado que sobe do fundo da alma quando sobrecarregada de terror. Eu conhecia bem aquele som. Muitas noites, à meia-noite em ponto, ele brotara de meu próprio peito, aprofundando, com seu eco pavoroso, os terrores que me perturbavam. Digo que os conhecia bem. Eu sabia o que sentia o velho e me apiedava dele embora risse por dentro. Eu sabia que ele estivera desperto, desde o primeiro barulhinho, quando se virara na cama. Seus medos foram desde então crescendo dentro dele. Ele estivera tentando fazer de conta que eram infundados, mas não conseguira. Dissera consigo mesmo: "Isto não passa do vento na chaminé; é apenas um camundongo andando pelo chão", ou "É só um grilo cricrilando um pouco". É, ele estivera tentando confortar-se com tais suposições; mas descobrira ser tudo em vão. Tudo em vão, porque a Morte ao se aproximar o atacara de frente com sua sombra negra e com ela envolvera a vítima. E a fúnebre influência da despercebida sombra fizera com que sentisse, ainda que não visse ou ouvisse, sentisse a presença da minha cabeça dentro do quarto.

Quando já havia esperado por muito tempo e com muita paciência sem ouvi-lo se deitar, decidi abrir uma fenda — uma fenda muito, muito pequena na lanterna. Então eu a abri — o senhor não pode imaginar com que gestos furtivos, tão furtivos — até que afinal um único raio pálido como o fio da aranha brotou da fenda e caiu sobre o olho do abutre.

Ele estava aberto, muito, muito aberto, e fui ficando furioso enquanto o fitava. Eu o vi com perfeita clareza - todo de um azul fosco e coberto por um véu medonho que enregelou até a medula dos meus ossos, mas era tudo o que eu podia ver do rosto ou do corpo do velho, pois dirigira o raio, como por instinto, exatamente para o ponto maldito.

E agora, eu não lhe disse que aquilo que o senhor tomou por loucura não passava de hiperagudeza dos sentidos? Agora, repito, chegou a meus ouvidos um ruído baixo, surdo e rápido, algo como faz um relógio quando envolto em algodão. Eu também conhecia bem aquele som. Eram as batidas do coração do velho. Aquilo aumentou a minha fúria, como o bater do tambor instiga a coragem do soldado.

Mas mesmo então eu me contive e continuei imóvel. Quase não respirava. Segurava imóvel a lanterna. Tentei ao máximo possível manter o raio sobre o olho. Enquanto isso, aumentava o diabólico tamborilar do coração. Ficava a cada instante mais e mais rápido, mais e mais alto. O terror do velho deve ter sido extremo. Ficava mais alto, estou dizendo, mais alto a cada instante! — está me entendendo? Eu lhe disse que estou nervoso: estou mesmo. E agora, altas horas da noite, em meio ao silêncio pavoroso dessa casa velha, um ruído tão estranho quanto esse me levou ao terror incontrolável. Ainda assim por mais alguns minutos me contive e continuei imóvel. Mas as batidas ficaram mais altas, mais altas! Achei que o coração iria explodir. E agora uma nova ansiedade tomava conta de mim — o som seria ouvido por um vizinho! Chegara a hora do velho! Com um berro, abri por completo a lanterna e saltei para dentro do quarto. Ele deu um grito agudo — um só. Num instante, arrastei-o para o chão e derrubei sobre ele a cama pesada. Então sorri contente, ao ver meu ato tão adiantado. Mas por muitos minutos o coração bateu com um som amortecido. Aquilo, entretanto, não me exasperou; não seria ouvido através da parede. Por fim, cessou. O velho estava morto. Afastei a cama e examinei o cadáver. É, estava morto, bem morto. Pus a mão sobre seu coração e a mantive ali por muitos minutos. Não havia pulsação. Ele estava bem morto. Seu olho não me perturbaria mais.

Se ainda me acha louco, não mais pensará assim quando eu descrever as sensatas precauções que tomei para ocultar o corpo. A noite avançava, e trabalhei depressa, mas em silêncio. Antes de tudo desmembrei o cadáver. Separei a cabeça, os braços e as pernas.

Arranquei três tábuas do assoalho do quarto e depositei tudo entre as vigas. Recoloquei então as pranchas com tanta habilidade e astúcia que nenhum olho humano — nem mesmo o dele — poderia detectar algo de errado. Nada havia a ser lavado — nenhuma mancha de qualquer tipo — nenhuma marca de sangue. Eu fora muito cauteloso. Uma tina absorvera tudo - ha! ha!

Quando terminei todo aquele trabalho, eram quatro horas — ainda tão escuro quanto à meia-noite.
Quando o sino deu as horas, houve uma batida à porta da rua. Desci para abrir com o coração leve — pois o que tinha agora a temer? Entraram três homens, que se apresentaram, com perfeita suavidade, como oficiais de polícia. Um grito fora ouvido por um vizinho durante a noite; suspeitas de traição haviam sido levantadas; uma queixa fora apresentada à delegacia e eles (os policiais) haviam sido encarregados de examinar o local.

Sorri — pois o que tinha a temer? Dei as boas-vindas aos senhores. O grito, disse, fora meu, num sonho. O velho, mencionei, estava fora, no campo. Acompanhei minhas visitas por toda a casa. Incentivei-os a procurar — procurar bem. Levei-os, por fim, ao quarto dele. Mostrei-lhes seus tesouros, seguro, imperturbável. No entusiasmo de minha confiança, levei cadeiras para o quarto e convidei-os para ali descansarem de seus afazeres, enquanto eu mesmo, na louca audácia de um triunfo perfeito, instalei minha própria cadeira exatamente no ponto sob o qual repousava o cadáver da vítima.

Os oficiais estavam satisfeitos. Meus modos os haviam convencido. Eu estava bastante à vontade. Sentaram-se e, enquanto eu respondia animado, falaram de coisas familiares. Mas, pouco depois, senti que empalidecia e desejei que se fossem. Minha cabeça doía e me parecia sentir um zumbido nos ouvidos; mas eles continuavam sentados e continuavam a falar. O zumbido ficou mais claro — continuava e ficava mais claro: falei com mais vivacidade para me livrar da sensação: mas ela continuou e se instalou — até que, afinal, descobri que o barulho não estava dentro de meus ouvidos.

Sem dúvida agora fiquei muito pálido; mas falei com mais fluência, e em voz mais alta. Mas o som crescia - e o que eu podia fazer? Era um som baixo, surdo, rápido — muito parecido com o som que faz um relógio quando envolto em algodão. Arfei em busca de ar, e os policiais ainda não o ouviam. Falei mais depressa, com mais intensidade, mas o barulho continuava a crescer. Levantei-me e discuti sobre ninharias, num tom alto e gesticulando com ênfase; mas o barulho continuava a crescer. Por que eles não podiam ir embora? Andei de um lado para outro a passos largos e pesados, como se me enfurecessem as observações dos homens, mas o barulho continuava a crescer. Ai meu Deus! O que eu poderia fazer? Espumei — vociferei — xinguei! Sacudi a cadeira na qual estivera sentado e arrastei-a pelas tábuas, mas o barulho abafava tudo e continuava a crescer. Ficou mais alto — mais alto — mais alto! E os homens ainda conversavam animadamente, e sorriam. Seria possível que não ouvissem? Deus Todo-Poderoso! — não, não? Eles ouviam! — eles suspeitavam! — eles sabiam! - Eles estavam zombando do meu horror! — Assim pensei e assim penso. Mas qualquer coisa seria melhor do que essa agonia! Qualquer coisa seria mais tolerável do que esse escárnio. Eu não poderia suportar por mais tempo aqueles sorrisos hipócritas! Senti que precisava gritar ou morrer! — e agora — de novo — ouça! mais alto! mais alto! mais alto! mais alto!

— Miseráveis! — berrei — Não disfarcem mais! Admito o que fiz! levantem as pranchas! — aqui, aqui! — são as batidas do horrendo coração!


22 de julho de 2009

Blog Quase histórias de amor


Eu sempre leio esse blog, e ele está na lista, inclusive, mas acabei de descobrir que está sendo redirecionado para uma página-spam pornográfica!!
Só não sei como avisar a dona... Porque, ou ela desistiu do blog, ou então "roubaram" o blog dela...
Se alguém que passa por aqui também tiver o hábito de ler o blog e tiver um email de contato, avise...


Papo de Corredor

- ... Eu sou a favor da seguinte história: eu te conto, mas se vc contar e disser que fui eu que contei, eu vou dizer que foi vc que que contou... E olha que minhas mentiras viram verdade aqui dentro, viu!


Leão (22 de julho a 22 de agosto)

Você se acha o máximo, um líder natural. Isso é o que você acha! Sabia que todos acham você um idiota? A sua prepotência é insuportável para os outros signos e até para você mesmo. Você não passa de um puxa-saco incompetente querendo se promover a todo custo. Quer ter "status", ser o "rei da cocada preta", mesmo sabendo que não tem condição alguma de ser.
Você quer sempre a atenção de todos, mas, como não tem inteligência, nem sempre consegue. Daí a sua agressividade. Gosta de botar todo mundo pra trabalhar pra você, enquanto você fica reclamando da vida sem fazer nada.


15 de julho de 2009

Estatísticas


10 de julho de 2009

o que são Calorias?


- Calorias são pequenos vermes,
inescrupulosos, que vivem nos guarda-roupas
e que, durante a noite,
apertam as roupas das pessoas!


Evian Roller Babies


7 de julho de 2009

Merda

...Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada um coringa da língua portuguesa.

Vejam os exemplos a seguir:
  • Como indicação geográfica 1: - Onde fica essa MERDA?
  • Como indicação geográfica 2: - Vá a MERDA!
  • Como indicação geográfica 3: - 17:00h - vou embora dessa MERDA.
  • Como substantivo qualificativo: - Você é um MERDA!
  • Como auxiliar quantitativo: - Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!
  • Como indicador de especialização profissional: - Ele só faz MERDA.
  • Como indicativo de MBA: - Ele faz muita MERDA.
  • Como sinônimo de covarde: - Seu MERDA!
  • Como questionamento dirigido: - Fez MERDA, né?
  • Como indicador visual: - Não se enxerga MERDA nenhuma!
  • Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido: - Por que você não vai a MERDA?
  • Como especulação de conhecimento e surpresa: - Que MERDA é essa?
  • Como constatação da situação financeira de um indivíduo: - Ele está na MERDA...
  • Como indicador de ressentimento natalino: - Não ganhei MERDA nenhuma de presente!
  • Como indicador de admiração ou rejeição: - Puta MERDA!
  • Como indicador de espécie: - O que esse MERDA pensa que é?
  • Como indicador de continuidade: - Tô na mesma MERDA de sempre.
  • Como indicador de desordem: - Tá tudo uma MERDA!
  • Como constatação científica dos resultados da alquimia: - Tudo o que ele toca vira MERDA!
  • Como resultado aplicativo: - Deu MERDA.
  • Como indicador de performance esportiva: - O seu time não está jogando MERDA nenhuma!!!
  • Como constatação negativa: - Que MERDA!
  • Como classificação literária: - Êita textinho de MERDA!!!
  • Como situação de 'orgulho/metidez' : - Ela se acha e não tem 'MERDA NENHUMA!'
  • Como indicativo de ocupação: - Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!


5 de julho de 2009

...





1 de julho de 2009

Estatísticas