30 de setembro de 2011

Saco-cheio

Hj eu acordei com a macaca, como dizem. E não tô de TPM, não.
Não dizem q todo mundo tem seus dias bons e seus dias ruins? E q todo mundo tem seus dias de ser bonzinho e seus dias de ser malvado?
Então! Como diz o ditado: bonzinho só se f#&*! E hj eu acordei de SACO-CHEIO de ser boazinha.
Apesar de q nem assim eu tenho coragem de explodir e jogar a m#*%¥ toda no ventilador.. Fico aqui me preocupando com as consequencias, me preocupando com um e com outro, sempre aceitando as desculpas q me dão e dando desculpas pra mim mesma pra justificar o q não tem desculpa nem justificativa, com essa mania irritante q eu tenho de acreditar q td mundo é bom, é merecedor, e vale à pena.
Ahhhh.. Q vontade de gritaaaarrr! De falar um monte de palavrão! De mandar td mundo pentear macaco, chupar prego pra ver se vira tachinha, secar gelo, pra não falar outras coisas..
Published with Blogger-droid v1.7.4


21 de setembro de 2011

Irresistível é ser proibida..

"Sabe quando você quer muito uma coisa, tipo ilegal, imoral ou que engorda?
Nada que tire seu sono, mas que mexe com seus sentidos nos momentos mais inoportunos.
Coisa louca essa de vida da gente, do corpo da gente, da cabeça da gente.
Não tenho muitos pecados, mas vivo cercada – e tentada – por eles.
Tenho prazer pelo que é proibido. Mas o irresistível é ser proibida!!..."

- Original de Danielle  Means, adaptação minha..


20 de setembro de 2011

Frustração

Eu  fui procurar no "pai dos burros" o significado de frustração.
Acabei achando várias coisas, como por exemplo:
Segundo Elisabeth Cavalcante, uma das principais fontes do sofrimento humano é o sentimento de frustração. Sempre que sentem uma dificuldade de alcançar o que julgam essenciais para a sua felicidade, a maioria dos seres humanos começa a cultivar a frustração e com ela a amargura, o rancor, a ansiedade. E, na sequência, acabam por desenvolver compulsões por comida, bebida, jogo, drogas e outros paliativos nos quais buscam desesperadamente preencher o seu vazio interior.
E aí desandei a filosofar...
Embora eu não seja expert no assunto, acredito que existem 2 tipos de frustração: a interna e a externa.
A interna é uma luta nossa com a gente mesmo, com nossos medos, nossos preconceitos, nossos tabus. A externa, uma luta com tudo o que não está ao nosso alcance, não nos pertence, não está em nosso controle, e ainda assim nos atinge e aflige diretamente.
Se na primeira temos a gente tem se redescobrir, rever quem a gente é, o que a gente é e o que queremos, na segunda me parece que não há nada que a gente possa fazer, a não ser aceitar, e decidir se vale à pena ficar ou se mudar. Como diz o ditado, quem se incomoda que se mude!
Mas.. e quando a gente não quer se mudar? Quando a gente não quer desistir? O que a gente faz? Espera?! E se a espera for longa e a gente nunca conseguir?
Isso me lembra aquela oração da serenidade: "Senhor, dai-me serenidade para aceitar as coisas que eu não posso modificar; coragem para modificar as coisas que posso, e sabedoria para distinguir uma coisa da outra".

Mas pensando bem...
Frustração mesmo é a gente passar o dia fazendo tudo certo pra chegar no final dele e ver que deu tudo errado; ou acordar no meio da noite querendo comer pavê, abrir a geladeira e ver que não tem nenhum doce dentro dela; ou acordar de manhã morrendo de vontade de fazer amor, virar pro lado e ver que a cama está vazia... E aí a frustração é tanta que me lembra aquela oração da serenidade:
"Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as coisas que não posso aceitar, e sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.
Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois eles podem estar conectados aos sacos que terei que puxar amanhã.
Ajude-me, sempre, a dar 100% no meu trabalho...
- 12% na segunda-feira,
- 23% na terça-feira,
- 40% na quarta-feira,
- 20% na quinta-feira,
- 5% na sexta-feira.
E... ajude-me sempre a lembrar, quando estiver tendo um dia realmente ruim e todos parecerem estar me enchendo o saco, que são necessários 42 músculos para socar alguém e apenas 4 para estender meu dedo médio e mandá-lo para aquele lugar...
Que assim seja!!"


16 de setembro de 2011

Fez, porque quis


"Toda vez que penso em amor, não penso em reciprocidade. Bem, não assim de imediato. Cada dia que passa percebo que amor é algo que a gente dá, porque sente, não porque quer (ou pedem). O amor é espontâneo e por si só é recíproco.

Tudo que faço pela minha filha, por exemplo, faço porque a amo, não porque quero. Eu lhe beijo, não para educá-la.  Sou sua amiga, não porque ela tem que saber o que é amizade. Independente do que eu TENHA que fazer, eu faço porque a amo, não porque quero. A gente dá presente, porque adora ver o outro feliz. Mas quando ela joga papel de bala no chão INTEIRO, que acabei de limpar, não hesito em dizer em alto e bom som (histérica) que fiquei igual uma CORNA o dia inteiro limpando a casa, e se ela não tá percebendo que tá sujando, eu tô mostrando! Nem ligo para psicologia. PODE CATANDO ESSA #%$#@ TODA A-GO-RA!

Acredito que seja mais ou menos assim em todas as relações entre pessoas que se gostam/amam. SÓ NÃO RETRIBUI AMOR QUEM NÃO TE AMA DE VOLTA. NÃO ACREDITO EM AMOR QUE A GENTE TEM QUE COBRAR. Há momentos, sim, que papéis de bala serão jogados no chão sem querer, e a gente vai reclamar. Há milhares de formas de resolver problemas, há relações e relações… No entanto, não vou acreditar NUNCA em quem me diz “fez, porque quis”. Quem ama não faz porque quer, faz porque ama.

Você está perdendo seu tempo com aquele que diz que nunca te pediu nada. Esse não teve nem a educação de não jogar papel no chão."


9 de setembro de 2011

Um Brinde à Amizade!